Saiba como a Central Nacional Unimed se tornou uma empresa CO2 Neutro

Você sabe como sua empresa pode conhecer seu impacto sobre o aquecimento global e fazer a compensação ambiental?

 

Muitas empresas almejam incorporar a sustentabilidade em sua gestão e aos poucos implementam práticas em todos os pilares que fomentam o desenvolvimento sustentável. Mas se posicionar em relação às mudanças climáticas ainda não é uma prática muito comum entre as empresas brasileiras.

A principal ferramenta brasileira de inventário de emissões de carbono é a do Programa Brasileiro GHG Protocol, disponibilizalda pelo GVces. Quem faz o inventário de emissões e compensação ambiental através da neutralização de carbono, além de atuar efetivamente no combate às mudanças climáticas, ainda passa a usar os recursos naturais de forma mais eficiente, descobrindo novas fontes de redução de custo. Também está se antecipando a futuras legislações nacionais, já que o Brasil assumiu compromissos em tratados internacionais sobre o clima.

A Central Nacional Unimed realizou o inventário de emissões de GEE de 2018 que foi feito com a ferramenta do Programa Brasileira GHG Protocol, disponibilizalda pelo GVces, porém não participaram do Registro Público de Emissões.

Sustentabilidade na Central Nacional Unimed

Para a Central Nacional Unimed, sustentabilidade significa o equilíbrio entre saúde ambiental, saúde social e saúde econômica.

A busca deste equilíbrio propõe-se a reduzir resíduos e emissões, estimular o consumo consciente, promover o desenvolvimento humano, o engajamento comunitário e as ações social e cultural, incentivar o suprimento local e responsável e a atuar com excelência operacional, ética nas relações e transparência para a sociedade.

Neutralização de carbono e selo CO2 Neutro

A realização de qualquer atividade nas empresas ou em eventos, seja ele de pequeno ou grande porte, resulta nas emissões de carbono (CO2) na atmosfera, contribuindo para o agravamento do aquecimento global.

Para realizar a compensação de carbono, ocorre a coleta de dados das emissões de gases de efeito estufa (GEE)  e após a coleta é realizado o cálculo das emissões através do programa GHG Protocol. Depois de conhecer seu impacto ambiental em termos de kg CO2, realizamos a compensação ambiental através da neutralização de carbono. Assim, todas as emissões de carbono emitidas são compensadas, na mesma proporção, pela aquisição de créditos de carbono dos Projeto EcomapuáCerâmicas Arrozal, GGP e Sul América e Pequena Central Hidrelétrica Terra Santa e Pampeana.  Dessa forma a Central Nacional Unimed conquistou o selo CO2 Neutro, da consultoria em sustentabilidade Eccaplan por compensar cerca de 1.075 toneladas de CO2.

Projeto Ecomapuá

O Projeto Ecomapuá conserva uma área de 90.000 hectares do bioma da Floresta Amazônica, no Pará. O projeto impede a extração da madeira, mantendo a floresta em pé, e proporciona outras formas de geração de renda para a comunidade. Dessa forma, consegue garantir a absorção de CO2 da atmosfera e ao mesmo tempo, contribuir para o desenvolvimento social e econômico das famílias da região.

Projeto Cerâmicas Arrozal, GGP e Sul América

 

As Cerâmicas Arrozal, GGP e Sul América, localizadas no estado do Rio de Janeiro, substituíram óleo derivado do petróleo por biomassa renovável em seus fornos. Essa mudança, além de reduzir as emissões de gases causadores de efeito estufa e evitar a inalação de fuligem pelos funcionários, promove o desenvolvimento sustentável da comunidade que vive nos arredores através cursos de educação, geração de emprego nas fábricas, melhoria da tecnologia no setor e incentivo aos produtos cerâmicos em novos mercados.

E localizadas no rio Jubá, nos municípios de Tangará da Serra e Barra dos Bugres (MT), as PCHs Pampeana e Terra Santa substituem centrais termelétricas por uma fonte de energia renovável com baixo nível de impacto ambiental. Além de diminuir as emissões de gases de efeito estufa, as PCHs contribuem para o desenvolvimento sustentável local através da melhoria da qualidade do ar, aumento da oferta de empregos, programas de reflorestamento e incentivo de programas de Monitoramento e Qualidade das Águas.

 

Qual a importância de fazer a compensação ambiental?

O planeta Terra já aqueceu 2°graus, parece pouco, mas os efeitos já são devastadores, e com impacto direto na nossa saúde, na produção de alimentos, na economia. O principal fator responsável por esse aquecimento é a quantidade de gases de efeito estufa que são liberados todos os dias na atmosfera.

No tratado internacional mais recente sobre o clima, o Acordo de Paris, assinado em 2015, o Brasil assumiu o compromisso de reduzir em 37% suas emissões até 2025. Para isso é necessário conter o desmatamento, recuperar florestas e promover o desenvolvimento e utilização de tecnologias limpas. E as iniciativas devem partir de todos os atores da sociedade, incluindo as empresas privadas.

Portanto, fazer a compensação de carbono através da neutralização de carbono incentivando projetos socioambientais é fundamental para que o país possa atingir sua meta, promovendo uma economia de baixo carbono e um planeta mais próspero para todos.